A mama é, por excelência, o órgão da beleza, feminilidade e fertilidade. Por outro lado, o cancro de mama na mulher é uma realidade que não se pode ignorar.
A reconstrução mamária após uma mastectomia, é uma das áreas mais distintas da Cirurgia Plástica e Reconstrutiva, não só pela complexidade técnica que poderá estar relacionada com o processo reconstrutivo de criação da “neo-mama”, mas também pelo impacto positivo na vida das pacientes, a nível de bem estar físico, emocional e psicológico.   A reconstrução mamária engloba várias técnicas cirúrgicas. Estas devem ser escolhidas individualmente para cada caso, oferecendo a cada mulher uma solução totalmente personalizada.
Existem vários tipos de opções reconstrutivas:
  • Reconstrução aloplástica, utilizando expansor e/ou prótese mamária
  • Reconstrução autóloga (com tecidos da própria mulher que são transferidos para a mama) – tecido abdominal (retalho TRAM/DIEP), tecido da região glútea e coxa (SGAP, IGAP e TUG) e tecido do dorso (retalho grande dorsal)
  • Enxertos de gordura – transferindo gordura de um local do corpo para a região mamária, muitas vezes havendo necessidade de vários procedimentos.
Fatores como a idade da paciente, o seu estado geral, perfil psicológico, tabagismo, antecedentes patológicos (ex. diabetes mellitus, hipertensão arterial), antecedentes cirúrgicos (ex. cirurgia abdominal), radioterapia adjuvante e as próprias expectativas da paciente são considerados na seleção da técnica cirúrgica.
Duração
Variável
Anestesia
Geral
Internamento vs Ambulatório
1 dia
Regresso ao trabalho
2 Semanas
Restrição de atividade física intensa
3 a 4 semanas
Resultados
1 a 6 meses
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